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quarta-feira, 2 de março de 2016

Importação e exportação e carros


Você já pensou como é a importação/exportação de carros de um país para o outro. Assista o vídeo e conheça o navio roll on roll off por dentro e por fora, assim como os enormes armazéns de carros no porto.

(Clique na imagem para assistir o vídeo)

Brasil quer fim de cotas em acordo automotivo com Argentina

O Brasil e a Argentina decidiram renegociar o acordo automotivo em vigor, mas não está previsto acordo de livre comércio no curto prazo.  O livre comércio no setor é um objetivo, mas deve ser alcançado “progressivamente e em condições de equilíbrio”, diz a nota.

sábado, 30 de janeiro de 2016

Aumento das exportações de celulose

Produtores brasileiros de celulose, papel e painéis de madeira elevaram exportações em 2015, aproveitando um ambiente externo e cambial favorável e minimizando um mercado interno em que segmentos consumidores como construtoras se retraíram, segundo dados divulgados pela Indústria Brasileira de Árvores (Ibá).
As exportações de celulose, cuja produção nacional é voltada principalmente ao mercado externo, atingiram 11,5 milhões de toneladas em 2015, crescimento de 8,6 por cento ante 2014. Já as vendas externas de painéis de madeira, insumo mais voltado ao consumo interno, saltaram 52,3 por cento, para 641 mil metros cúbicos, enquanto as exportações de papel avançaram 11,5 por cento, para 2,1 milhões de toneladas.
A Europa manteve-se como principal destino da celulose brasileira, com 38,5 por cento das vendas, seguida pela China (33,2 por cento) e América do Norte (17,6 por cento).
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Os embarques para a China cresceram 8,8 por cento no ano. Ao mesmo tempo, as vendas domésticas de painéis, insumo muito consumido pela indústria da construção civil, caíram 11,3 por cento em 2015, para 6,4 milhões de metros cúbicos. Apenas em dezembro, a queda anual foi de 18 por cento, a 429 mil metros cúbicos. Em papéis, a queda nas vendas domésticas em 2015 foi de 4,6 por cento, para 5,45 milhões de toneladas, tendo retração de 6 por cento em dezembro sobre um ano antes.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Irã vai exportar petróleo para UE


O Irã está se preparando para retomar embarques regulares de petróleo bruto para a União Europeia, apesar de ainda haver uma série de barreiras às vendas do país para o Ocidente.
A estatal National Iranian Oil planeja embarcar pelo menos 1 milhão de barris de petróleo leve para um porto no Mar Mediterrâneo da UE em meados de fevereiro. Essa seria a primeira exportação para a UE desde que a maior parte do embargo imposto ao petróleo iraniano foi retirado, como parte da suspensão das sanções ao país. Após o fim das sanções, o Irã prometeu exportar mais 500 mil barris por dia de petróleo nos próximos meses e 1 milhão de barris por dia dentro de um ano. 
Os preparativos são feitos enquanto concorrentes como a Rússia e a Arábia Saudita vêm agressivamente reduzindo os preços de seus produtos para a Europa.
Os dois países captaram boa parte do mercado que era do Irã antes do início das sanções, em 2012. As fontes em Teerã estão otimistas de que as refinarias europeias reduzirão a compra de petróleo russo porque suas instalações são mais preparadas para receber o tipo de petróleo que o Irã tem. 

domingo, 24 de janeiro de 2016

Argentina importou energia elétrica do Brasil

Ministério de Minas e Energia

O Ministério de Minas e Energia (MME) informou, que o Brasil exportou energia elétrica para a Argentina. No dia 19, foram exportados 69 MW médios (1.656 MWh) e no dia 20, 84 MW médios (2.016 MWh).
A venda foi formalizada para atender a uma necessidade da Argentina, a pedido da Cammesa, que é a operadora elétrica argentina.
De acordo com o MME, com base em informações do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), houve intercâmbio internacional do Brasil para a Argentina em caráter emergencial, via conversora de Garabi II, por solicitação da Cammesa, "devido à carga acima da prevista aliada à indisponibilidade de recursos de geração na Argentina".

sábado, 23 de janeiro de 2016

Exportação é favorecida pelo câmbio


A mudança de patamar do câmbio, com uma desvalorização acentuada do real, abre nova perspectiva para o comércio exterior do brasileiro.
A melhora da balança comercial, vem ocorrendo com a queda drástica das importações e pode significar um respiro para a economia brasileira diante do enfraquecimento do mercado interno.
O superávit de US$ 19,681 bilhões em 2015 foi o melhor desde 2011 e ficou acima do esperado, embora o número tenha sido impulsionado pela forte queda nas importações.
Ainda que tímidos, os efeitos da valorização do dólar ante o real já começam a se materializar em novas estratégias para as empresas, sobretudo do setor industrial. Com o novo patamar do câmbio, as empresas exportadoras esperam reconquistar e ampliar mercado externo.
"O câmbio pode ser uma válvula de escape no curto prazo", afirma Julio Gomes de Almeida, ex-secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda. "O Brasil já teve essa válvula de escape mais forte no período em que tinha uma penetração em mercado externo maior."

sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Produtos Siderúrgicos - Exportações crescem, mas receita cai em 2015


As exportações fecharam 2015 em 13,7 milhões de toneladas, o equivalente a US$ 6,6 bilhões – um crescimento de 40,3% em volume, mas uma queda de 3,3% em receita.



Segundo o IAB, esse resultado se deve, sobretudo, às operações entre companhias "para fornecimento de semiacabados a plantas na Europa e nos EUA" e "a ações emergenciais do setor para evitar redução ainda maior do grau de utilização da capacidade instalada causado pelo fraco desempenho do mercado doméstico”.



No que se refere às importações, registrou-se em dezembro o volume de 115 mil toneladas, ao custo de US$ 143 milhões. Ao longo de 2015, as importações totalizaram 3,2 milhões de toneladas de produtos siderúrgicos.